Oies Bookaholics! Finalmente estou aqui para dizer como foi a minha experiência na Bienal do Livro 2016, então se preparem porque o post será bem longo 😉 Com o tema “Histórias em todos os sentidos” o evento contou com a presença de 684 mil pessoas durante os 10 dias de feira.  🙂

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Eu já tinha participado das edições de 2012 e 2014 e já me preparava para todo o stress que seria encarar mais uma bienal. É sério, era um verdadeiro caos, filas enormes para tudo e percebi que comprar livros não era tão vantajoso como muitos pensam. Afinal, os livros tem preço igual ou mais caro que na internet e não tinha porque ficar lá carregando peso. E aprendi: BIENAL É MUITO MAIS DO QUE COMPRAR LIVROS! 

Com o tema “Histórias em todos os sentidos” e extensa variedade de debates (sessões de autógrafos, apresentações de música e teatro, exposições, programa para crianças e atividades que iam da gastronomia ao rap e ao repente), a Bienal do seguiu a proposta de 2014: ser mais que feira de livros para comprar obras com desconto

Fonte: G1

A Bienal aconteceu durante os dias 26 de agosto a 04 de setembro. Eu fui apenas nos dias 28 de agosto (domingo) e no dia 31 de agosto (quarta-feira) e não tenho do que reclamar.

Posso já dizer que essa foi uma das minhas melhores experiências em bienais do livro e fiquei muito surpreendida. Porque senão fosse pela organização eu não conseguiria aproveitar tanto como aproveitei. Não vi nenhuma confusão ou lotação. Consegui andar livremente nos dois dias, e geralmente nos finais de semana mais pessoas frequentam a feira.

Esse ano já comecei a me preocupar quando começaram a divulgar as atrações, sendo alguns youtubers famosos (Jout Jout, Kéfera, etc), e surtei com a notícia que a autora (minha diva) Marian Keyes seria uma das autoras internacionais convidadas.

Nas edições anteriores as próprias editoras eram responsáveis por organizar a distribuição de senhas para todos os autores, internacionais e nacionais. Como na edição de 2014, uma das atrações era Harlan Coben, um autor norte americano que amo de paixão. Resultado: cheguei no dia antes das 7h para tentar conseguir a senha (apenas 200), e a sessão só iria acontecer às 11h, ou seja, horas na fila esperando sem poder aproveitar as demais atividades da Bienal.

E (in)felizmente no mesmo final de semana estavam na programação Kiera Cass (Série “A seleção”) e Cassandra Clare (Série “Instrumentos Mortais”, “Peças Infernais”, etc) e teve muita confusão, correria, gente passando mal… um verdadeiro inferno! Até hoje não me recuperei da experiência do choque, rs. Sem contar que a maioria das editoras tinham regras que para você ter direito a senha, era obrigado (sim obrigado!) a ter um livro específico do autor, na maioria das vezes algum lançamento.

E nesse ano as coisas pareciam que seriam melhores. A própria equipe da Bienal resolveu assumir a organização e controle das distribuição de senhas para as sessões de autógrafos. Foram divulgadas as regras de como garantir o autógrafo do seu autor favorito na Bienal do Livro 2016. As senhas foram distribuídas pela internet, então a cada dia, a partir das 12h senhas eram liberadas para cada um dos dias da Bienal.

Claro que fiquei apreensiva de não conseguir, porque tudo poderia acontecer, mas no final consegui as senhas para as duas sessões de autógrafos que queria sem nenhum problema. E o melhor foi que ninguém foi obrigado a comprar livro algum, você teria direito a autografar um livro do autor, sendo novo ou não.

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Vi pessoas reclamando que as senhas acabaram muito rápido (as da Marian Keyes acabaram em menos de meia hora, por exemplo) e outras pessoas que não sabiam que as senhas foram entregues pela internet. Eu percebi que algumas editoras nem sequer divulgaram essa informação em suas redes sociais. A Bertrand Brasil (selo do Grupo Editorial Record) que publica os livros da Marian Keyes não se pronunciou, por exemplo.

Diferentemente, a Editora Intrínseca avisou seus leitores sobre quando seriam disponibilizadas as senhas para a sessão de autógrafos com a autora Becky Albertalli (Simon vs a agenda homo sapiens). A Editora Seguinte (selo da Companhia das Letras) também divulgou sobre as senhas para as autoras Jennifer Niven (Por lugares incríveis) e Ava Dellaira (Carta de amor aos mortos).

No meu post sobre Bienal do Livro São Paulo… Eu Vou! sugeri algumas dicas e valeram muito a pena. O transporte gratuito nos dois dias que fui funcionaram perfeitamente. Não fiquei muito tempo esperando tanto para ir, quanto para voltar. Disponibilizaram duas praças de alimentação com várias opções, e o preço estava ainda um pouco caro (mas se levarmos em conta o porte do evento já era esperado). Os corredores estavam bem mais espaçosos e os estandes das principais editoras não estavam concentrados no mesmo lugar, apesar de os estandes serem bem menores do que nas edições anteriores.

A entrada e as cabines para compras de ingressos estavam tranquilas, e por falar em ingressos, os valores desse anos subiram 81,8% se comparados com a edição de 2014. Mas no site da bienal fizeram diversas promoções, além de estudantes pagarem a meia entrada.

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A limpeza também estava incrível, toda hora passavam funcionários limpando e o banheiro também estava limpo, parabéns! ❤ O local estava muito bem sinalizado e várias pessoas indicando entradas, saídas e onde pegar o ônibus gratuito.

O único ponto que preciso destacar é que deram o prazo de 5 dias úteis até o final do evento para disponibilizarem as fotos das sessões de autógrafos.  Mas infelizmente demorou dois dias além do prazo e tinha muita gente reclamando (inclusive eu!), porque nem uma justificativa foi dada. E dava uma agonia ver que várias fotos já estavam disponíveis, menos as das sessões que eu participei. Ah! Preciso explicar que tem fotógrafos contratados e fotos com sua própria câmera / celular e afins não são permitidas.  E esse post atrasou por esse motivo! =/

Eu me programei para estar em dois dias na Bienal e vou contar o que aconteceram nessas datas 😉

Domingo, 28 de agosto…

Eu cheguei na Estação Barra Funda por volta das 9h, horário que os ônibus gratuitos começavam a funcionar nos finais de semana.  Não encontrei problemas para chegar ao Pavilhão de Eventos do Anhembi, na Zona Norte da cidade de São Paulo. Percebi que do lado de fora já tinham caixas eletrônicos disponíveis e aproveitei para na hora das compras não perder tempo pagando com cartão.

Eu estava aguardando a liberação da entrada no evento (que só seria à 10h) e acabei encontrando a Pamela Oliveira. 🙂 Só conhecia a Pam pela internet, e era muito engraçado porque nós já fomos em alguns eventos literários, mas nunca nos encontrávamos, rs. Percebíamos que estávamos no mesmo lugar depois com as portagens e uso das # no Instagram, rs. (desconsiderem minha cara de morta!) 

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Como nem todas as sessões de autógrafos seriam organizadas pela equipe da Bienal, fui para o estande do Grupo Autêntica para garantir a minha senha para o lançamento de “Sonata em punk rock’, novo livro da Babi Dewet publicado pela Editora Gutenberg. Para vocês terem ideia, as senhas seriam distribuídas às 11h e a sessão mesmo seria apenas às 17h =/ Aproveitei e fiquei conversando com várias pessoas, e ficamos conversando sobre livros, autores e o que estávamos achando da Bienal. Duas pessoas eram do interior de São Paulo e já tinham ido desde o primeiro dia!

  • Bate-papo e sessão de autógrafos com Marian Keyes na Arena Cultural (11h)

Depois de pegar a senha fui para o bate papo com a Marian Keyes que começava às 11h (sim, precisei sair correndo, rs). Com a mediação da Carina Rissi (que também é super fã da autora irlandesa) o bate papo rolou por uma hora, com direito a perguntas dos leitores e foi muito legal. Rolou muitas lágrimas e emoção, quando uma leitora disse que se era uma Rachel e que o livro Férias! conseguiu ajudá-la com sua depedência química! Incrível ❤

Encontrei com a minha amiga Mariana (que conhecei na sessão de autógrafos da * Sophie Kinsella * no ano passado e também estudante de Letras na USP) e não sei porque não tiramos fotos juntas dessa vez, enfim… rs

A amiga (doida de pedra! haha) da Mari já estava na fila ao lado para a sessão de autógrafos então acabou sendo bem rápido. A organização foi bem eficiente montando 3 áreas para as sessões de autógrafos, sendo que as que aconteciam na Arena Cultural ficava numa estrutura atrás do palco. Ideia incrível porque não atrasava as demais atrações que aconteceriam naquele espaço. 🙂

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Quase desmaiando de tanto calor e de emoção, finalmente conheci a Marian Keyes ❤ E já vou adiantar que terá um post especial futuramente 😉 A autora estava muito emocionada por estar no Brasil e pela primeira vez em São Paulo. Fazia questão de abraçar e agradecer todo mundo que estava lá. Levei meu livro preferido da autora para ser autografado: Tem Alguém Aí? ❤

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Após toda a emoção fomos comer e fui para as demais palestras que já tinha me programado.

  • Palestra: “O lugar das bibliotecas na contemporaneidade” no Salão de Ideias (14h)

Algumas questões foram levantadas como o que o mundo contemporâneo traz de desafios às bibliotecas públicas, por terem como características a velocidade e a interconectividade. A importância das grandes bibliotecas que tem a ideia de infinito (uma certa religiosidade), sendo uma experiência milenar da humanidade e uma projeção física do que somos. O colapso que as bibliotecas públicas têm encontrado e assumido o papel de centro cultural e educacional. O mais interessante é que um dos palestrantes era o diretor (ou presidente, não sei) da Biblioteca Mário de Andrade, disse que a biblioteca tem tentando se adequar a esses novos desafios e conseguiram deixar o local com funcionamento de 24 horas, além de vários eventos culturais, e maior participação do público votando e montando a programação do mês.

  • Bate-papo sobre a formação e atuação profissional de booktubers – Laboratório Booktuber com Eduardo Cilto no Estande do SESC (16h)

O SESC organizou várias palestras e oficinas, entre elas o Laboratório Booktuber com a Tatiana Feltrin (Tiny Little Things) e a Pam Gonçalves. Consegui participar do bate-papo com o Eduardo Cilto (Perdido nos livros) e também foi muito legal. O Edu tinha vários fãs (alguns bem fanáticos até) e respondeu a várias perguntas da sua relação com os livros, a internet e o público que assiste aos seus vídeos. Como precisava correr para a sessão de autógrafos com a Babi Dewet não consegui ficar até o final para conversar e tirar foto com ele, pelo menos não naquele dia 😉

A Brenda do blog Sobre Livros e Traduções participou da oficina “Quem é o editor?” também elaborada pelo SESC e que contou com nomes de peso na área.  Eu super recomendo esse post 😉 Infelizmente não consegui participar por causa do estágio, e vi na programação que eles tinham muitas oficinas legais =/

  • Lançamento e sessão de autógrafos “Sonata em punk rock” – Babi Dewet no estande do Grupo Autêntica (17h) 

Às 17h fui ao lançamento do primeiro livro da série “Cidade da Música” da Babi Dewet. Eu adorei a escrita da autora em Um Ano Inesquecível, livro de contos juntamente com a Paula Pimenta, Thalita Rebouças e Bruna Vieira. O mais legal é que já tinha encontrado a Babi em outros dois eventos:  Vamos Juntas? | Encontro e Lançamento do Livro e O amor nos tempos de #likes | Lançamento em São Paulo e dessa vez consegui encontrá-la no lançamento do seu próprio livro! ❤ E o mais engraçado é que a agente literária da Babi, a Gui Liaga disse que me conhecia haha! ❤

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Nem preciso dizer que a Babi é uma fofa né? Super carismática fazia questão de abraçar (duas vezes) e conversar com todo mundo. ❤ Não vejo a hora de ler seu livro! Como a Editora Gutenberg é muito atenciosa, distribuíram marcadores e botom do primeiro livro ❤

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Aproveitei e também levei o livro “Um ano inesquecível para ser autografado pela Babi 😉

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Assim que saí da sessão fui embora. O dia foi muito longo, eu tinha acordado cedo, (e não dormi bem porque estava ansiosa), fiquei muito tempo em pé, então estava moída, com a cabeça latejando de tanta dor, cansada, mas muito feliz. 🙂

 

Quarta-feira, 31 de agosto…

Diferente do domingo do dia 28, a quarta-feira estava com um tempo mais frio e até choveu durante o dia. Saí do estágio às 15h e me encontrei com a minha amiga Amanda no metrô para irmos para a Bienal. Fomos até a Estação Tietê para pegar o ônibus gratuito para o local do evento.

Como era a primeira vez que a Amanda ia a uma Bienal saiu bem chocada com o valor dos livros. Visitamos vários estandes, mas encontramos poucas promoções. Apenas em estandes de livreiros consegui achar livros baratos, mas farei um post separado sobre as minhas compras na Bienal. 😉

A Editora Rocco criou um cenário exclusivo de Harry Potter e queria muito tirar foto, passando pelo estande, vi o Pedro Henrique, criador da página Um Cartão (que amoooo!) e a Amanda me convenceu a comprar o livro e pegar autógrafo 😉

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O Pedro é um fofo, super atencioso e deixou uma mensagem muito linda no meu livro ❤ Não sei se perceberam, mas as letras são iguais, porque o Pedro faz cada cartão a mão, fofo demais! ❤

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E nossa foto na plataforma 9 3/4 🙂

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Um dos motivos que queria ir no dia 31 era um bate papo com a Carina Rissi e a Pam Gonçalves, seguido por sessão de autógrafos com as autoras. Após andarmos muito procurando a Arena Cultural (eu não tenho senso de direção) e estarmos sem o mapa, rs, eu encontrei o Eduardo Cilto ❤ e finalmente consegui tirar uma foto com ele, porque não consegui no domingo 😉

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Como a sessão de autógrafos só iria acontecer às 20h e para não ficar muito tarde, preferi ir direto para a fila e não assistir ao bate papo. Enquanto estava esperando, uma fotógrafa me perguntou se poderia me filmar e acabei aparecendo no Vídeo Tv Uol 😉

  • Bate-papo e sessão de autógrafos com Carina Rissi e Pam Gonçalves na Arena Cultural (19h)

Eu queria muito participar deste evento mais pelo lançamento do livro solo da Pam Gonçalves “Boa Noite“, do que pela Carina Rissi, já que nesse ano fui ao evento de Mentira Perfeita | Bate Papo e Lançamento do Livro. Eu não comprei nenhum outro livro da Carina (porque são séries não terminadas) e até peguei o livro de uma colega da fila para autografar, já que era permitido um único livro por pessoa.

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O ruim foi que demorou muito, cerca de uma hora, e eu estava entre as 20/30 primeiras pessoas da fila. A Carina Rissi é muito atenciosa e fazia questão de conversar com todas as pessoas. Muito fofa mesmo ❤

O ruim foi que duas meninas na fila ficaram o tempo todo falando mal da Pam Gonçalves. 😦 Coisas do tipo: o livro dela não vende, as pessoas não leem livros de booktubers, não foi ela quem escreveu, a escrita era horrível e cheia de furos, e coisas no aspecto pessoal. Vou confessar que achei ridículo, porque até fizeram vídeos no snapchat porque a maioria das pessoas foram por causa da Carina Rissi.

Acredito que cada um é livre para ter sua própria opinião, mas ofender um profissional e seu trabalho porque você não gosta da pessoa me soou muito como inveja, recalque? Acompanho o trabalho da Pam desde 2014 e sei que muitas coisas ditas não faziam sentido.

E para vocês terem ideia de como elas estavam enganadas, o livro da Pam foi o mais vendido do Grupo Editorial Record durante os 10 dias de Bienal. A autora vai fazer turnê por mais cinco capitais: Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza. Eu inclusive já li “Boa Noite” e achei incrível, tem uma abordagem muito importante que precisa ser debatida: abuso sexual em mulheres nas universidades! Resenha em breve 😉

E só para finalizar: se o livro O amor nos tempos de #likes não tivesse obtido sucesso suficiente, porque a Editora Galera Record iria publicar um livro solo de Bel Rodrigues em 2017? Isso mostra que o que as moças disseram não faz nenhum sentido. Mas cada um tem o direito de opinar como bem entender 😉

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A Pam é uma fofa! ❤  Ficamos conversando um tempo e ela disse que se lembrava de mim. Já tinha encontrado com ela na Bienal de 2014, encontro de booktubers no ano passado e no evento O amor nos tempos de #likes | Lançamento em São Paulo ❤

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A Gui Liaga, agente literária da Babi Dewet, também é agente da Pam e ficamos conversando. Super carismática, disse que eu estava sempre nos melhores lançamentos! Hahaha. Fiz questão de tirar foto com ela 😉 (pena que a pessoa que tirou a foto tremeu, rs) 

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Após a sessão encontrei minha amiga que estava encantada por um totem que a Spotify disponibilizou ara o evento, um local com direito ao acesso ao aplicativo e carregador de celular.

Aproveitamos para tirar fotos no estande da Saraiva, gigantesco e lindo ❤

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Estava muito lindo mesmo! E bem interativo…

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Eu queria muito ter a oportunidade de curtir mais dias na Bienal e saí muito satisfeita com tudo que aconteceu e com os eventos que consegui participar. Infelizmente nesse ano não consegui participar do 5º Encontro de Booktubers para inscritos, que aconteceu no sábado do dia 27. E nesse ano a própria equipe da Bienal disponibilizou um espaço para o encontro, bem como a Bienight =/

Outro ponto bem legal de ir à Bienal do Livro é a quantidade de marcadores e revistas que estão de brinde 😉 Apesar dos preços de livros estarem fora do normal, consegui encontrar algumas promoções e farei um post sobre as comprinhas durante os dois dias que fui.

O post está finalmente acabando e espero muito conseguir ir à Bienal do Livro no Rio de Janeiro no ano que vem, e até mesmo aos demais eventos literários que acontecem por todo o Brasil. Nada é impossível! ❤

Eu sei que disse muitas coisas, mas precisava detalhar tudo o que vive durante esses dias, as minhas impressões e experiências por dois motivos: nem todo mundo tem acesso eventos nesse porte e vocês sempre pedem posts sobre os eventos literários que vou; e outra que fico tão feliz que preciso colocar pra fora tudo que vivi! 😉

Fiquem à vontade para perguntar ou comentar qualquer coisa, quero muito saber o que vocês pensam! ❤

Até o próximo post! 

Camila Melo 

 

 

 

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24 comentários em “24ª Bienal do Livro de São Paulo 2016… Eu fui!

  1. Oi Cah! Que post super detalhado! Você conseguiu aproveitar bastante mesmo! Esta foi a terceira edição que eu vou e, com certeza, você tem toda razão: a Bienal é muito mais do que comprar livros (apesar de achar que muita gente ainda vai com esse intuito). Uma coisa que eu esqueci de comentar no meu post sobre a Bienal é que é exorbitantemente caro para as editoras exporem lá! Isso faz mesmo com que seja impossível baixar os preços, infelizmente, né? Mas a visita é super válida, eu amo! Adoraria ter assistia à oficina Laboratório Booktuber. O Sesc arrasou nas palestras esse ano! ❤

    Muuuito obrigada por mencionar o post do SLET! =D

    Beijo,
    Brenda

    Curtido por 1 pessoa

    1. Brenda! Fico muito feliz que você tenha gostado 🙂 Agora que você falou sobre o preço exorbitante para exposição faz muito mais sentido nesse tempo de crise, o tamanho reduzido dos estandes, explica em parte o valor dos livros. O problema é que livros no Brasil são caros, se comparados com o preço dos livros lá fora. =/ Mas quem sabe um dia isso ainda muda, não é? Sei bem o que você disse, mas infelizmente era impossível acompanhar tudo, e fiz questão de citar seu post, achei muito válido! 😉 Bjos da Cah! ❤

      Curtido por 1 pessoa

  2. Oie! Seu post ficou MUITO bacana… Adorei a cobertura que fez! Da próxima vez vou também em dois dias, porque sinto que fiquei tão pouco tempo lá, que dá até tristeza hahaah O bate papo com a Marian parece ter sido sensacional, mas todos os outros eventos que vc citou, também! adorei! E somos duas com esperanças de ir na do Rio de Janeiro, ano que vem. Beijão!!

    Curtido por 1 pessoa

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